Inovar é ignorar barreiras – Cinco links e um Bônus!

Inovar é ignorar barreiras – Cinco links e um Bônus!

Oi, pessoal. Estou de volta, às sextas como de praxe, com boas referências de leitura para o fim de semana (ou quando mais você quiser ler).

O que temos pra hoje? Inovação, por uma criança que está aprendendo a andar. Uma teoria tolerância zero para sua empresa estar sempre impecável. Aonde a faculdade não te ajudou na hora de empreender . Oito dicas para ser um inovador. O exemplo para o Brasil é a Alemanha, não o Vale do Silício. 

Vamos a eles!

1. A exigência final para inovar é ignorar barreiras.

Confesso que esse é o meu favorito de hoje. O Start Up Blog diz que, para inovar, não devemos criar regras que não existem – mas somos treinados para esse pensamento. O que vale é o objetivo, não o método. Para provar/ilustrar esse argumento, há um caso sensacional sobre a filha do autor tentando ficar parada em um perna só. Muito bom.

2. Você conserta janelas?

Peço licença para indicar um link “velho”, de 6 de junho. É que eu gosto muito dessa teoria e o post fala dela muito bem.

A Teoria da Janela Quebrada diz que, em uma casa inteira, uma única janela quebrada é o detalhe que estimula o vandalismo de quem passa por ela. Logo, em pouco tempo, a destruição será total, ocasionada pela primeira vidraça partida. O post do Saia do Lugar fala muito bem sobre, fazendo um paralelo à política de tolerância zero que revolucionou a cidade de Nova York.

3. O que os empreendedores não aprendem na faculdade

Marcos Hashimoto, do PEGN, toca em um assunto importantíssimo: a universidade não prepara o aluno para empreender. Ajuda sim, mas deixa a desejar em muitos pontos. Eu mesmo, como universitário, posso atestar a veracidade das informações. Vale a pena ler e refletir sobre como o ensino superior pode melhorar preparando os empreendedores do país.

4. Oito dicas para ser um grande inovador

É bem óbvio que simplesmente ler dicas na internet não fará de você um Steve Jobs. Mas muitas vezes elas valem a leitura. Aqui, por exemplo, o Faça Diferente diz coisas muito boas. Destaco: “Não seja rígido em relação ao seu produto, mas pense nele como algo flexível que pode se adaptar as diferentes necessidades de seus consumidores.” Morrer abraçado com seu produto inovador é uma inovação burra.

5. O bom exemplo para o Brasil vem da Alemanha, não do Vale do Silício

Clemente Nóbrega, do Época Negócios, faz uma ótima reflexão. Para fomentar a inovação no país (e eu adiciono o empreendedorismo nessa frase) não adianta trazer as ferramentas e tentar copiar os gênios do Vale do Silício. O que o Brasil precisa mesmo é de uma revolução na educação, que formará pessoas mais produtivas. Para isso, ele cita o bom exemplo alemão de capacitação – que os próprios americanos estão incorporando em suas fábricas.

Bônus

Tomei a liberdade de trazer mais um link. O Conselheiro Criativo traz um pequeno post com as Tendências da Educação no Brasil.  Uma delas é:  “A educação empreendedora já ocupa lugar de destaque no ambiente educacional brasileiro, com a oferta de diversas metodologias que procuram despertar e fortalecer os comportamentos empreendedores de alunos de todas as idades.”

Achei muito válido trazer um exemplo real (e um pequeno jabá), contado aqui no blog da Bizstart, em que o Rafael Carvalho saiu do lugar comum em suas aulas na faculdade Anhanguera. E parabéns novamente a ele pela iniciativa de levar o empreendedorismo para sua turma, demanda mais que provada nas salas de aula das universidades por todo o país

Por hoje é isso! Não deixem de compartilhar e comentar suas impressões aqui!

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